sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A vida é uma engrenagem que não pára nunca, mesmo quando temos vontade de A vida é uma engrenagem que não pára nunca, mesmo quando temos vontade de encerrar. Ela é incessante, assim com os dias e as noites. Aconteça o que acontecer sempre o amanhecer se despontará, o entardecer cairá e a noite inundará com sua escuridão que pede repouso. Os ciclos se completam, alguns avançam muito, outros quase nada. O tempo não pára, mas qual é o limite para esse tempo? Qual é o limite para o tempo correr, quer você esteja preparado ou não? E quando a morte chegar, já se sabe: ainda não é o limite. Iniciamos outro ciclo e... A vida continua, ainda depois da morte.

Então quero expor o limite entre a vida e a morte mais cruel do que a morte propriamente dita. É quando se quer matar algo dentro de si e não se consegue. É quando finalmente perdemos todas as expectativas, desfazemos sonhos que descobrimos que não se realizarão, nos convencemos que o melhor mesmo é o fim. Mas o fim não chega. E sua vida fica dividida entre a alegria de viver e o sofrimento de esquecer. É como se você se olhasse no espelho e quisesse apagar uma parte do que vê. É como se você olhasse para suas mãos e desejasse arrancar um de seus dedos. É o mesmo que deixar de ser você mesmo. Uma pequena morte dentro da sua vida. Hoje eu gostaria mesmo de enterrar metade de mim, e por cima da grama fresca, adornar com os sonhos que não vivi, no lugar das flores, sobre um pedaço de mim, que embora já esteja frio, não consegue partir.

Eu quero que morra aquilo que, sem que eu permitisse, se tornou parte de mim, como uma flor que nasce na seca. Quero que se desfaçam as lembranças que invadem meus primeiros pensamentos ao acordar e recebem minhas últimas bênçãos ao dormir. Não quero esses olhos de ressaca, nem as gargalhadas do engraçado. Que morram todos os planos de algo que nunca existiu: nós. Quero ser só eu. Nem que para isso eu mate parte de mim.


Queria descobrir qual é o motivo de existirem pessoas falsas que nos fazem mal sem pensar no que pode acontecer, essas pessoas são sempre aquelas que de inicio se mostram ser amigas, depois aos poucos vão se mostrando oque são verdadeiramente.
Sou uma pessoa de muitos colegas e poucos amigos, a vida nos proporcionam tantas supresas, é dicifil quando reparamos que quebramos a cara que aquela pessoa que um dia você tanto ajudou e defendeu e que um dia você chamou de amiga simplesmente hoje se torna uma pessoa fria, falsa que vive trancada em um mundinho fechado que acredita e faz somente oque irá ser bom para si próprio.
Foram tantas desilusões no sentido de amizade que hoje penso como fui idiota né.
Mais nada como um dia após o outro, é quebrando a cara que aprendemos, são apenas novas experiências, oque me importa é apenas verdadeiras amizades apenas isso prevalece.
Posso dizer para qualquer que um dia quis ou tentou me derrubar, que sou forte o bastante para me defender e me destruir não é fácil.Aprendo e amadureço com tais experciêcias.